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Swiss Re: Três anos depois: como a Covid-19 impactou a visão dos consumidores sobre saúde e seguros

Wearing a medical face mask for winter viruses

Com a pandemia, quais são as novas prioridades para os consumidores? Quais são suas principais preocupações e considerações ao comprar um seguro? Estamos prontos para enfrentar uma crise semelhante no futuro? Como os resseguradores podem ajudar a tornar as sociedades mais resilientes?

A pesquisa global de consumo Covid-19 da Swiss Re 2022 explora o impacto da pandemia no comportamento dos consumidores e as implicações resultantes nos negócios de vida & saúde. Em janeiro e fevereiro de 2022, a Swiss Re fez uma parceria com a Ipsos para conduzir uma terceira série de pesquisas sobre consumo relacionado à Covid-19. A pesquisa deste ano é uma extensão dos estudos de 2021 e 2020, que se concentraram especificamente na Ásia-Pacífico. Além disso, a pesquisa de 2022 cobre 20 mercados em todo o mundo, com uma amostra total de 11.000 entrevistados.

Os resultados globais do relatório incluem:

  • Os consumidores estão mais preocupados com sua resiliência em relação à saúde física e mental devido à pandemia;

  • Em mercados emergentes, características como flexibilidade, cobertura única e adicional, assim como serviços, também são relevantes em decisões de compra de seguros; e

  • Os pontos de contato digitais para gestão da saúde ganham popularidade enquanto os consumidores olham além da compra online e da gestão de apólices de seguro.

Esta pesquisa também inclui conclusões-chave para o Brasil, como por exemplo:

  • Os consumidores estão mais preocupados com sua resiliência em relação à saúde física e mental devido à pandemia. O Brasil teve um dos maiores número de entrevistados respondendo que estão mais preocupados (63%), e mais ainda entre os jovens adultos (25 a 34) com 71%.

  • A covid-19 foi um catalisador para que as pessoas fizessem check-up médico mais regularmente, em especial em mercados emergentes (46%); 45% dos entrevistados no Brasil disseram que planejam fazer check-up médico com mais frequência.

  • 43% dos entrevistados no Brasil relataram deterioração de seu estado de saúde mental nos últimos 12 meses. Isto aponta para um papel crescente das seguradoras para ajudar os clientes a encontrar caminhos para melhorar sua resiliência mental.

  • Em termos de tomar medidas para administrar questões de saúde mental, 64% dos entrevistados nos mercados emergentes disseram ter procurado apoio desde o início da pandemia, No Brasil, esse indicador foi um pouco menor (60%).

  • O preço é o fator mais importante nas decisões de compra de seguros para os entrevistados no Brasil (75%). 

  • O impacto da pandemia no comportamento futuro de compra de seguros mostra que o principal fator de influência para brasileiros é estar atento quanto a ter cobertura de seguros para diferentes áreas da vida (40%) e investir em apólices com cobertura mais abrangente (35%).

  • Os participantes da pesquisa no Brasil revelaram ser atraídos principalmente pelas características de aplicativos que os ajudam a melhorar sua saúde (27%) e a receber aconselhamento de saúde (25%).

  • Os canais digitais de rastreamento de saúde e as interações com seguradoras e serviços de saúde ganharam força entre todas as faixas etárias no Brasil desde o início da pandemia, diferentemente da média global, que mostra que a maior parte do crescimento foi entre as respondentes mais jovens.

  • No Brasil, os respondentes expressaram maior interesse em programas de melhoria da saúde mental (29%), seguidos pela melhoria da saúde física (20%).

  • As plataformas online se destacam como o canal de compra de seguros dominante em todo o mundo. Mas os entrevistados da pesquisa citaram agentes e corretores como a principal forma de compra de seguros no Brasil, com 48%. Apenas 34% dos entrevistados adquiriram seguros nos últimos seis meses por meio dos sites e aplicativos das seguradoras.

  • O uso de canais digitais pelos consumidores para acessar serviços de saúde está ganhando força no Brasil, com cerca de 50% dos entrevistados afirmando que planejam utilizar serviços de telesaúde ou videoconferência para estes fins no futuro. Os entrevistados da pesquisa expressaram particular interesse em usar mais canais digitais para gerenciar sua cobertura (53%) e para buscar seguros novos ou adicionais (52%), e baixar o aplicativo do provedor de seguros (53%).

Em geral, a pandemia tem sido um apelo à ação e uma oportunidade para os resseguradores ajudarem a construir a resiliência social.

Leia o relatório completo disponível aqui.


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